A TV Vermelho ouviu, de especialistas, lideranças partidárias e de movimentos, quais as principais conquistas e bandeiras de luta.“A opressão do homem pelo homem iniciou-se com a opressão da mulher pelo homem”. Esse pensamento é de Karl Marx, formulado na Alemanha do século 19, e é um dos primeiros registros sobre a o reconhecimento da igualdade de direitos entre gêneros. É em meio às lutas operárias e discussões teóricas, na socialista União Soviética, que surge a luta pela participação política do sexo feminino.
Desde a Nova Zelândia, que em 1893 tornou-se o primeiro país a conceder o direito ao voto às mulheres, que vai influenciar o movimento sufragista nos Estados Unidos, no início do século 20, até os dias de hoje, as conquistas não param. A cada 8 de março, as bandeiras se acumulam e se renovam.
“É um momento importante para se resgatar e dar visibilidade a essa participação. Desde o século 20 e agora no século 21 nós tivemos uma série de conquistas a partir do direito ao voto em 32”, ressalta Liege Rocha, da União Brasileira de Mulheres (UBM), que lembra a participação do sexo feminino na luta contra a ditadura militar, na frente pela anistia e na constituinte.
A busca por uma vida mais digna, mais feliz, é o que move essas mulheres, que vêm se organizando nos movimentos sociais e nos partidos políticos.
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A busca por uma vida mais digna, mais feliz, é o que move essas mulheres, que vêm se organizando nos movimentos sociais e nos partidos políticos.
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